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A gama AUDISPRAY é a única que oferece produtos diferentes para a higiene auricular dos bebés e das crianças pequenas

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O uso de auriculares pode provocar uma acumulação significativa de cerume no fundo dos ouvidos

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A utilização do cotonete empurra o cerume para o tímpano e corre-se o risco de ferir o canal auditivo

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Adquiriu o hábito de cuidar dos seus dentes, da sua pele, do seu corpo, etc. Não seria altura de começar a cuidar dos seus ouvidos?

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As pessoas que usam próteses auditivas estão sujeitas a uma hipersecreção de cerume, que poderá perturbar o funcionamento dos aparelhos.

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AUDISPRAY

Para encomendar este produto, por favor forneça ao seu farmacêutico os seguintes códigos

AUDISPRAY ADULTA partir dos 12 anos

  • O produto de referência para a higiene auricular: 20 anos de experiência e mais de 30 milhões de unidades vendidas
    • Produto 100% natural, à base de água do mar microbiologicamente controlada
    • Eficácia comprovada na dissolução do cerume*: utilizado regularmente, previne a formação de tampões de cerume
    • Evita a utilização dos cotonetes
  • Utilizações adaptadas ao perfil dos consumidores
    • 1 a 2 nebulizações por orelha 2 a 3 vezes por semana , e todos os dias no caso das pessoas que produzem muito cerume
    • Para os que usam próteses: 1 a 2 nebulizações por ouvido todas as noites depois da remoção das próteses auditivas, tendo em vista evitar que o excesso de cerume provoque o mau funcionamento dos aparelhos
  • Um produto com uma tecnologia inovadora para utilização com toda a segurança:
    • Um sistema de difusão sem gás que garante uma nebulização suave.
    • Uma bomba doseadora que distribui a quantidade ideal de solução nos ouvidos.
    • Uma ponta patenteada adaptada à anatomia dos ouvidos, que evita qualquer risco de sobrepressão no tímpano.

*Estudo intitulado «Estudo in vitro da atividade cerumenolítica do AUDISPRAY» efetuado por Philippe DUFOUR – Faculdade de Ciências Farmacêuticas – Universidade Bordéus II. Estudo publicado pelo Dr PASSALI: Riv. Orl. Aud. Fon. Vol. 22 – n. 2/3 – pp. 103-106 (Abril – Setembro de 2002).